ESPORTE CLUBE POÇÕES
🔴🔵⚪ Vermelho, Azul e Branco · A Raposa do Agreste · Poções · BA
Ficha Técnica
Fundação: o surgimento da Raposa do Agreste
No dia 8 de janeiro de 1985, nascia na cidade de Poções, sudoeste da Bahia, o Esporte Clube Poções. Fundado por desportistas locais com o sonho de levar o nome da cidade ao cenário nacional, o clube rapidamente se estruturou e adotou as cores vermelho, azul e branco (tricolor). O nome "Raposa do Agreste" foi cunhado pela imprensa e pelo torcedor em razão da astúcia e velocidade do time, qualidades associadas ao animal — símbolo máximo do clube. O mascote oficial é a Raposa.
O estádio escolhido para ser a casa do clube foi o Estádio Heraldo Curvelo, carinhosamente apelidado de Heraldão. Com capacidade para 8.000 pessoas, o Heraldão já foi palco de grandes partidas e de momentos inesquecíveis para a torcida poçoense. Apesar das dificuldades estruturais ao longo dos anos, o estádio representa um patrimônio do futebol baiano.
Em menos de uma década de existência, o Poções já incomodava os grandes do estado. A equipe se notabilizou por sua garra e por campanhas históricas que colocaram a pequena cidade do interior no mapa do futebol nacional.
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🔴🔵⚪ Campeão Baiano da Série B (1993) e semifinalista da Copa do Nordeste
1993: O título que colocou Poções no mapa
O ano de 1993 foi mágico para o Esporte Clube Poções. A equipe disputou o Campeonato Baiano da Segunda Divisão e, com uma campanha arrasadora, sagrou-se campeã, conquistando o acesso à elite do futebol baiano. O título de 1993 é, até hoje, a maior conquista da história do clube e uma das lembranças mais vivas da torcida poçoense.
O time campeão, liderado por nomes como Kena, Joabe e Biro-Biro, contagiou a cidade e lotou o Heraldão em todas as partidas decisivas. A festa da torcida no gramado, ao apito final, ficou marcada na memória dos moradores da região.
🏆 COPA DO NORDESTE DE 2000: O CLUBE PERTO DO TÍTULO REGIONAL
Em 2000, o Poções disputou a Copa do Nordeste e realizou a melhor campanha de sua história. O clube chegou às semifinais da competição, sendo eliminado pelo Sport (PE), futuro campeão. A campanha ficou em 4° lugar geral, um feito surpreendente para um clube do interior baiano. A torcida compareceu em peso ao Heraldão, e o time encantou a região com seu futebol ofensivo.
Copa do Brasil e Série C: a presença no cenário nacional
A campanha na Copa do Nordeste rendeu ao Poções uma vaga histórica na Copa do Brasil de 2000. Na competição nacional, o clube estreou eliminando o Rio Branco-ES e, na segunda fase, enfrentou o Coritiba, sendo eliminado. Mesmo com a derrota, a participação foi motivo de orgulho e ajudou a projetar o nome do clube em todo o país.
Em 2007, o Poções disputou o Campeonato Brasileiro da Série C, enfrentando equipes tradicionais como Bahia, Atlético-BA e Linhares-ES. A campanha na Série C foi a última grande participação do clube em nível nacional antes de seu licenciamento.
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🔴🔵⚪ Conquistas e ídolos do Tricolor do Sudoeste
🏆 SALA DE TROFÉUS DO EC POÇÕES 🏆
Ídolos e jogadores históricos do Poções
🔴 Liedson (atacante, 1996–1999): o maior jogador revelado pelo clube. Começou sua carreira profissional no Poções e depois brilhou no Sporting (POR) e na Seleção Portuguesa. Ídolo máximo da torcida poçoense.
🔵 Kena (meia, 1993–2000): capitão e maestro do time campeão da Série B de 1993. Conhecido pelos passes precisos e pela visão de jogo.
⚪ Joabe (atacante, 1993–1998): artilheiro da campanha do título de 1993 e do acesso à elite baiana.
🔴 Biro-Biro (atacante, 1993–1997): parceiro de ataque de Joabe, formou uma das duplas mais temidas do futebol baiano na década de 1990.
🔵 Robson (goleiro, 1995–2005): defendeu o gol poçoense por uma década, recordista de jogos pelo clube.
⚪ Inho (meia, 2007): destaque na campanha da Série C de 2007, chegou a ser negociado com o Bahia.
Recordes históricos do clube
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🔴🔵⚪ A casa da Raposa do Agreste
Estádio Heraldo Curvelo – o Heraldão
O Estádio Heraldo Curvelo, carinhosamente apelidado de Heraldão, é o estádio do Esporte Clube Poções. Localizado na Rua Dom Campelo, 84, no bairro Lagoa Grande, em Poções (BA), o estádio foi construído na década de 1980 e tem capacidade oficial para 8.000 espectadores. O nome é uma homenagem a Heraldo Curvelo, importante desportista e incentivador do futebol na região.
Características do estádio:
- Gramado natural (dimensões aproximadas: 105 x 68 m).
- Arquibancadas de concreto nas laterais e atrás dos gols.
- Sistema de iluminação instalado nos anos 2000.
- Vestiários modestos, mas funcionais.
- Cabines de imprensa e espaço para transmissão.
O Heraldão foi o palco das maiores glórias do clube: o título da Série B baiana de 1993, a campanha histórica na Copa do Nordeste de 2000 (com a vitória sobre o Bahia por 2 a 1, diante de 8 mil torcedores) e os jogos da Série C de 2007. Após anos de abandono, o estádio vem sendo revitalizado pela prefeitura local e pela diretoria do clube, que sonha com o retorno do Poções ao calendário profissional.
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🔴🔵⚪ O adeus aos gramados e a luta pelo retorno
O licenciamento e o longo período de inatividade
Após a campanha na Série C de 2007, o Poções começou a atravessar dificuldades financeiras e administrativas. O clube foi rebaixado no Campeonato Estadual e não conseguiu mais retornar à elite. Em 2012, o Esporte Clube Poções licenciou-se da Federação Bahiana de Futebol e suspendeu suas atividades profissionais. A partir de então, o clube ficou quatro anos parado, sem disputar nenhuma partida oficial, e o Heraldão caiu em estado de abandono.
Durante esse período, a dívida do clube aumentou, e a falta de gestão profissional quase levou a Raposa do Agreste à extinção. Os torcedores, saudosos, mantiveram viva a chama por meio de encontros nas redes sociais e camisas comemorativas.
Projetos de reativação e a esperança do retorno
Em 2015, uma nova diretoria, liderada por Raimundo Rodrigues e Climério Filadelfo, iniciou conversas com a Federação Bahiana de Futebol para reativar o clube. O objetivo era disputar o Torneio Seletivo para a Série B do Baianão em 2016. A prefeitura de Poções se comprometeu a reformar o Heraldão e obter os laudos técnicos necessários junto ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar.
Em 2018, o clube chegou a ser cogitado para a disputa do Campeonato Baiano Sub-20, mas não se inscreveu. Em 2022, o Poções voltou a cogitar participar da Segunda Divisão baiana, mas a falta de condições do Heraldão novamente impediu o retorno. No início de 2023, o presidente Climério Silva Filadelfo visitou a Federação Bahiana de Futebol (FBF) e anunciou que o clube estava sendo reerguido, com parceiros e investidores prontos para bancar uma equipe competitiva. A grande dificuldade, no entanto, continua sendo a liberação do estádio Heraldo Curvelo, que precisa passar por obras significativas para ser aprovado pelas autoridades.
A torcida poçoense segue na expectativa. O sonho de ver a Raposa do Agreste novamente nos gramados do Campeonato Baiano e, quem sabe, em competições nacionais, ainda está vivo.
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🔴🔵⚪ O orgulho do Agreste baiano
De 1985 aos dias atuais: a história da Raposa do Agreste
Fundado em 1985, o Esporte Clube Poções é um dos clubes mais tradicionais do interior da Bahia. Em seus 41 anos de história, a Raposa do Agreste construiu uma trajetória de conquistas e superação. O título do Campeonato Baiano da Segunda Divisão em 1993 foi o ponto alto da caminhada, coroando uma geração de jogadores que encantou a torcida e colocou Poções no mapa do futebol nacional. A campanha na Copa do Nordeste de 2000, com o 4º lugar e as vitórias sobre o Bahia no Heraldão, também está na memória afetiva dos torcedores.
O clube também teve o mérito de revelar um dos maiores atacantes de sua geração: Liedson. O "Levezinho", como era conhecido, iniciou sua carreira no Poções, depois brilhou no Sporting (Portugal) e na Seleção Portuguesa. A passagem de Liedson pelo clube é motivo de orgulho para a cidade e para a torcida poçoense.
Infelizmente, após 2012, o Poções licenciou-se das competições profissionais e entrou em um longo período de inatividade. O estádio Heraldão caiu em ruínas, e as dívidas se acumularam. Mas, nos últimos anos, uma nova diretoria vem trabalhando para reerguer o clube. Projetos de reativação junto à Federação Bahiana de Futebol e promessas de investidores mantêm viva a esperança do retorno.
O legado do Poções vai além dos títulos: o clube é um símbolo da resistência e da paixão do povo do Agreste baiano. A Raposa do Agreste, mesmo em tempos de crise, nunca foi esquecida. Que a Raposa volte a rugir nos gramados do Heraldão! 🔴🔵⚪
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🔴🔵⚪ Esporte Clube Poções – A Raposa do Agreste, orgulho do futebol baiano! 🔴🔵⚪
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