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segunda-feira, 4 de maio de 2026

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA LEÔNICO

PARTE 1/6 · AD Leônico · O Moleque Travesso · Salvador/BA

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA LEÔNICO

🍷⚪ Vinho (Grená) e Branco · O Moleque Travesso · Salvador · Bahia

PARTE 1 DE 6 · APRESENTAÇÃO E FUNDAÇÃO
Escudo da Associação Desportiva Leônico
Acervo oficial · Redesenho por Sérgio Mello
Vinho (Grená)
Branco
Bandeira simulada do clube

Ficha Técnica

Nome OficialAssociação Desportiva Leônico
Nome AnteriorLeônico Futebol Clube (1940–1958/1959)
ApelidosMoleque Travesso · Guerreiros da Ladeira · Leão Grená
TorcedorGrená
MascoteLeão
Fundação3 de abril de 1940 (86 anos) Tradicional Em atividade
EstádioEdgard Santos (30.000 pessoas) — Simões Filho
Cidade de OrigemSalvador – BA (bairro de Pau Miúdo)
Sede AtualSimões Filho – BA
Cores OficiaisVinho (Grená) e Branco
Material EsportivoOnza
PresidenteJairo Veiga
TreinadorTiago Longo
Maiores ConquistasCampeão Baiano de 1966 · Campeão Amador Invicto (1946) · Vice-Campeão Baiano (1978, 1984)

Fundação: Da Firma Carl Leoni & Co. ao Futebol

A Associação Desportiva Leônico foi fundada em 3 de abril de 1940 na cidade de Salvador, capital da Bahia, por um grupo de funcionários da empresa Carl Leoni & Co., uma firma alemã exportadora de fumo instalada na capital baiana. O nome "Leônico" surgiu da junção do sobrenome do proprietário — Leoni — com a abreviação "Co" (de Companhia), formando "Leônico". O fundador e primeiro presidente foi Osvaldo Veiga, esportista que também era remador do Vitória e apaixonado por futebol.

Inicialmente, a ideia era apenas disputar os campeonatos de futebol entre as empresas instaladas em Salvador, especialmente o Torneio Caixeiral, que comemorava o Dia dos Comerciários e era o maior torneio da cidade, envolvendo as grandes firmas. Foi a pedido de um diretor alemão naturalizado argentino, que também gostava de futebol, que Osvaldo Veiga decidiu fundar o time da empresa para representá-la na competição.

As cores oficiais do clube são o vinho (grená) e o branco, conforme registram o Museu do Futebol ("Suas cores são grená e branco"), a Wikipédia e a reportagem do Bahia Notícias. A escolha do grená foi inspirada no Club Atlético Independiente, da Argentina, já que o diretor alemão-argentino da firma havia sido conselheiro da agremiação de Avellaneda e providenciou as primeiras camisas do clube — de seda, com botões até o meio da barriga e gola branca, fabricadas na Argentina: "Ele encomendou as camisas na Argentina. Era camisa de seda com botões até o meio da barriga e gola branca, com calção e meia branca também. Essa camisa durou uns 15 anos"[reference:0].

O apelido "Moleque Travesso" foi dado pela imprensa esportiva da época ao time que, sem torcida e vindo do nada, começou a fazer frente aos gigantes Bahia e Vitória, ganhando títulos e enfrentando a dupla Ba-Vi de igual para igual. Outros apelidos incluem "Guerreiros da Ladeira" e "Leão Grená". O mascote oficial é o Leão, e o torcedor é chamado de "Grená".

Em 1942, o Leônico filiou-se à Federação Baiana de Desportos Terrestres (FBDT), passando a disputar campeonatos amadores. A mudança de nome de Leônico Futebol Clube para Associação Desportiva Leônico ocorreu entre os anos de 1958 e 1959. O clube estreou no profissionalismo em 1960.

🍷 CONTINUA NA PARTE 2 DE 6 · A ERA AMADORA E A CONQUISTA DE 1966 ⚪
PARTE 2/6 · AD Leônico · Era Amadora e Título de 1966

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🍷⚪ Vinho (Grená) e Branco · O Moleque Travesso · Salvador · Bahia

PARTE 2 DE 6 · ERA AMADORA E TÍTULO DE 1966

A Era Amadora (1942–1960)

Após sua filiação à Federação Baiana de Desportos Terrestres em 1942, o Leônico iniciou sua trajetória nas divisões amadoras do futebol baiano. A ascensão foi impressionante: em 1946, o clube conquistou o título invicto da segunda divisão amadora, e no ano seguinte, em 1947, foi campeão da primeira divisão amadora. A trajetória do clube no amadorismo foi descrita por Guiovaldo Veiga como "o primário, o ginasial e o científico" — uma escola preparatória para o profissionalismo.

O Leônico passou a colecionar títulos das divisões amadoras até finalmente alcançar o profissionalismo em 1960. Alçado à condição de profissional, o clube fez suas primeiras excursões em 1961: em Aracaju, perdeu para o Sergipe (3x0) e venceu o Confiança (4x1). No primeiro jogo contra um clube do Sudeste, goleou a Portuguesa/RJ por 4 a 0.

"Eu digo que o Leônico fez o primário, ginasial e o científico para conseguir o profissionalismo. Mas naquela época foi assim com o Leônico, com o Colo-Colo foi a mesma coisa. Todo mundo começava na terceira divisão de amadores, tinha que passar pela segunda, primeira para chegar no profissional." — Guiovaldo Veiga, filho do fundador, ao Bahia Notícias.[reference:1]

1966: A Glória Máxima — Campeão Baiano

O ano de 1966 entrou para a história do Leônico e do futebol baiano. Mesmo sem disputar o primeiro turno do Campeonato Baiano, o Moleque Travesso foi campeão do segundo turno e enfrentou o Vitória na grande final. Após uma vitória para cada lado, foi realizado um jogo-desempate decisivo na Fonte Nova, onde o Leônico bateu o adversário por 2 a 1 e sagrou-se Campeão Baiano de 1966 — o maior feito da história do clube.[reference:2][reference:3]

Foi após essa conquista épica que o clube ganhou o apelido de "Moleque Travesso", dado pela imprensa da época, que via o time desconhecido, sem torcida e sem tradição, desafiar os gigantes Bahia e Vitória e conquistar o título mais importante do estado. O feito é comparado ao da Juventus-SP — também grená — que ganhou apelido semelhante no futebol paulista.

"Foi um clube que surgiu sem torcida, sem nada e começou a ganhar, enfrentando Bahia e Vitória de igual para igual, ganhando títulos. Aí começaram a chamar de Moleque Travesso. Acho que copiaram lá da Juventus-SP, que é grená também." — Guiovaldo Veiga.[reference:4]

🏆 A FINAL DE 1966

Após empate nos dois jogos (uma vitória para cada lado), o Leônico venceu o Vitória por 2 a 1 no jogo-desempate na Fonte Nova e sagrou-se Campeão Baiano.

🍷 CONTINUA NA PARTE 3 DE 6 · OS VICE-CAMPEONATOS E A SÉRIE A DO BRASILEIRO ⚪
PARTE 3/6 · AD Leônico · Vices e Série A

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🍷⚪ Vinho (Grená) e Branco · O Moleque Travesso · Salvador · Bahia

PARTE 3 DE 6 · VICE-CAMPEONATOS E SÉRIE A

Os Vice-Campeonatos Estaduais

Após a conquista de 1966, o Leônico continuou sendo uma força competitiva no futebol baiano. O clube foi vice-campeão baiano em três ocasiões: 1974, 1978 e 1984. Esses resultados mantiveram o Moleque Travesso entre os principais clubes do estado ao longo das décadas de 1970 e 1980.

As Participações na Série A do Brasileiro

O bom desempenho nos campeonatos baianos credenciou o Leônico a disputar a elite do futebol brasileiro. O vice-campeonato de 1978 levou a equipe à Taça de Prata (Série B) de 1979 — mas o clube também disputou a Série A do Campeonato Brasileiro em 1979, onde fez 9 pontos em 9 jogos, com 3 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, 6 gols a favor e 8 contra (aproveitamento de 56%). A campanha garantiu a permanência na elite nacional.[reference:5]

O vice-campeonato baiano de 1984 fez com que a equipe disputasse o Brasileirão de 1985 (Taça de Ouro). Nessa edição, a equipe grená não teve um bom retrospecto: em 10 jogos, foram 10 derrotas, com 4 gols a favor e 21 contra, terminando na lanterna de seu grupo.

Embora a campanha de 1985 tenha sido modesta, a simples presença do Leônico entre os grandes do futebol brasileiro em duas edições da Série A é motivo de orgulho para sua torcida e um marco na história do futebol baiano. O clube do bairro de Pau Miúdo — fundado por funcionários de uma firma exportadora de fumo — chegou ao mais alto nível do futebol nacional.

"Em 1978, o Leônico ainda seria vice-campeão baiano, o que acabou levando a equipe à disputa da Taça de Prata; outro vice em 1984 fez com que a equipe disputasse o Brasileirão de 1985." — Wikipédia, verbete da AD Leônico.[reference:6]

Declínio e Afastamento

O declínio do Leônico veio no final da década de 1980. No reduzido Campeonato Baiano de 1990, o time acabou rebaixado para a segunda divisão estadual. Mesmo com o acesso conquistado no ano seguinte, em 1992 o Leônico não venceu nenhuma partida e foi novamente rebaixado, e até hoje não retornou à elite do futebol baiano — inclusive passou muitos anos sem disputar a segunda divisão.

🍷 CONTINUA NA PARTE 4 DE 6 · SALA DE TROFÉUS E IDENTIDADE VISUAL ⚪
PARTE 4/6 · AD Leônico · Sala de Troféus e Identidade Visual

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA LEÔNICO

🍷⚪ Vinho (Grená) e Branco · O Moleque Travesso · Salvador · Bahia

PARTE 4 DE 6 · SALA DE TROFÉUS E IDENTIDADE VISUAL

🏆 SALA DE TROFÉUS · CONQUISTAS E MARCOS

🏅 CAMPEONATO BAIANO
🥇 Campeão Baiano de 1966 — Jogo-desempate: Leônico 2×1 Vitória na Fonte Nova
🥈 Vice-Campeão Baiano (3×): 1974, 1978 e 1984
🏅 ERA AMADORA
🥇 Campeão da 2ª Divisão Amadora de 1946 — Invicto
🥇 Campeão da 1ª Divisão Amadora de 1947
🏟️ TORNEIOS E COPAS
🥇 Torneio Quadrangular de Salvador
🥇 5× Campeão do Torneio de Incentivo (CBD)
🥇 3× Campeão do Torneio Início
🇧🇷 PARTICIPAÇÕES NACIONAIS
Série A do Campeonato Brasileiro (1979 e 1985) — Duas participações na elite
Taça de Prata (Série B): 1979
🛡️ SÍMBOLOS
🛡️ Escudo oficial: Grená e branco — redesenhado por Sérgio Mello
🦁 Mascote: Leão (Leão Grená)
🍷⚪ Cores: Vinho (Grená) e Branco — inspiradas no Independiente

As Cores Vinho e Branco e o Uniforme

A Associação Desportiva Leônico adota as cores vinho (grená) e branco, conforme registram o Museu do Futebol ("Suas cores são grená e branco"), a Wikipédia e o Bahia Notícias ("Já as cores do novo clube, grená e branca, foram inspiradas no Independiente, da Argentina"). A inspiração veio do Club Atlético Independiente, de Avellaneda, já que o diretor alemão-argentino da Carl Leoni havia sido conselheiro do clube argentino. O uniforme principal é grená com detalhes brancos, calção branco e meiões brancos. A primeira camisa, encomendada na Argentina, era de seda com botões até o meio da barriga.[reference:7][reference:8]

Vinho (Grená)
Branco
Bandeira simulada do clube

O Escudo e o Mascote

O escudo do Leônico foi redesenhado e preservado por Sérgio Mello e Gerson Rodrigues, com base em pesquisa histórica do Futebol Nacional e do livro "Leônico 50 anos" (Guiovaldo Veiga, 1990). O mascote oficial é o Leão (Leão Grená), e o torcedor é chamado de "Grená". Os apelidos incluem "Moleque Travesso" (dado pela imprensa após o título de 1966), "Guerreiros da Ladeira" e "Leão Grená".

🍷 CONTINUA NA PARTE 5 DE 6 · ÍDOLOS ETERNOS E O ESTÁDIO EDGARD SANTOS ⚪
PARTE 5/6 · AD Leônico · Ídolos Eternos e o Estádio

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🍷⚪ Vinho (Grená) e Branco · O Moleque Travesso · Salvador · Bahia

PARTE 5 DE 6 · ÍDOLOS ETERNOS E O ESTÁDIO

Ídolos e Figuras Marcantes do Moleque Travesso

Ao longo de seus mais de 80 anos de história, o Leônico contou com figuras fundamentais que construíram a trajetória do clube:

Osvaldo Veiga

🏟️ Fundador
Remador do Vitória, criou o time da firma Carl Leoni & Co. em 1940. Primeiro presidente do Leônico.

Guiovaldo Veiga

Filho do Fundador
Jogador, diretor e presidente. Único dirigente vivo do título de 1966. Guardião da memória do clube.

Heróis de 1966

Elenco Campeão Baiano
O time que venceu o Vitória por 2 a 1 na Fonte Nova e conquistou o título inédito para o Moleque Travesso.

Douglas

Atacante (1981–1985)
Um dos principais jogadores do Leônico na década de 1980. Disputou a Série A de 1985 com o clube.

O Estádio: Edgard Santos

🏟️ ESTÁDIO MUNICIPAL REITOR EDGARD SANTOS

A Associação Desportiva Leônico manda seus jogos no Estádio Municipal Reitor Edgard Santos, localizado em Simões Filho, com capacidade para 30.000 espectadores.

O Leônico está sediado em Simões Filho, município da Região Metropolitana de Salvador. Originalmente, o clube era do bairro de Pau Miúdo, em Salvador, mas transferiu sua sede para Simões Filho. O estádio Edgard Santos recebeu este nome em homenagem ao médico e professor universitário que foi reitor da Universidade Federal da Bahia.

Pau Miúdo e Simões Filho

O Leônico nasceu no bairro de Pau Miúdo, tradicional bairro de Salvador localizado próximo ao centro da capital. O bairro operário abrigava a empresa Carl Leoni & Co., firma alemã exportadora de fumo cujos funcionários fundaram o clube em 1940. A Ladeira onde o clube se originou deu origem ao apelido "Guerreiros da Ladeira".

Atualmente, o clube está sediado em Simões Filho, município da Região Metropolitana de Salvador, onde manda seus jogos no Estádio Edgard Santos. O presidente atual é Jairo Veiga, e o treinador é Tiago Longo. O material esportivo é fornecido pela Onza. O clube disputa a Série B do Campeonato Baiano.

O nome Leônico: A junção de "Leoni" (sobrenome do proprietário da firma) com "Co" (de Companhia) formou "Leônico". A mudança de nome de Leônico Futebol Clube para Associação Desportiva Leônico ocorreu entre 1958 e 1959.

🍷 CONTINUA NA PARTE 6 DE 6 · LEGADO E BIBLIOGRAFIA ⚪
PARTE 6/6 · AD Leônico · Legado e Bibliografia

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA LEÔNICO

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PARTE 6 DE 6 · LEGADO E BIBLIOGRAFIA

Legado: O Moleque Travesso que Desafiou Gigantes

A Associação Desportiva Leônico ocupa um lugar especial na história do futebol baiano. Fundado em 1940 por funcionários de uma firma exportadora de fumo, o clube que nasceu nos campeonatos entre empresas chegou ao topo do futebol estadual e nacional. O título baiano de 1966 — conquistado com uma vitória de 2 a 1 sobre o Vitória em plena Fonte Nova — permanece como o momento mais glorioso da história grená.

As duas participações na Série A do Campeonato Brasileiro (1979 e 1985) são motivo de orgulho para o torcedor grená e demonstram que o clube de Pau Miúdo chegou a competir no mais alto nível do futebol nacional. Três vice-campeonatos baianos (1974, 1978 e 1984), cinco títulos do Torneio de Incentivo, três do Torneio Início e o título invicto da 2ª Divisão Amadora de 1946 completam uma galeria de conquistas respeitável.

Embora atualmente dispute a Série B do Campeonato Baiano, o Leônico permanece como um dos clubes mais tradicionais da Bahia. Suas cores grená e branco, seu apelido "Moleque Travesso" e sua origem modesta na empresa Carl Leoni & Co. são parte da rica tapeçaria do futebol brasileiro — a história de um clube que, sem torcida e sem recursos, ousou desafiar os gigantes.

📊 DADOS GERAIS DO CLUBE

Nome completo: Associação Desportiva Leônico

Nome anterior: Leônico Futebol Clube (1940–1958/1959)

Fundação: 3 de abril de 1940

Cidade de Origem: Salvador – BA (bairro de Pau Miúdo)

Sede Atual: Simões Filho – BA

Cores: Vinho (Grená) e Branco

Apelidos: Moleque Travesso · Guerreiros da Ladeira · Leão Grená

Torcedor: Grená

Mascote: Leão

Status: Em atividade (Baiano Série B)

Estádio: Edgard Santos (30.000 pessoas) — Simões Filho

Presidente: Jairo Veiga

Treinador: Tiago Longo

Material Esportivo: Onza

Principais Conquistas: Campeão Baiano (1966) · Vice-Campeão Baiano (1974, 1978, 1984) · Campeão Amador Invicto (1946) · 5× Torneio de Incentivo · 3× Torneio Início · Torneio Quadrangular de Salvador

Participações na Série A: 1979 e 1985

Bibliografia e Referências

  1. Wikipédia (Português) — "Associação Desportiva Leônico". Disponível em: pt.wikipedia.org
  2. Wikipédia (Inglês) — "Associação Desportiva Leônico". Disponível em: en.wikipedia.org
  3. Museu do Futebol — "Leônico - Associação Desportiva Leônico". Cores: grená e branco. Disponível em: museudofutebol.org.br
  4. Bahia Notícias — "Com 81 anos de história, Leônico investe na base". 3 abr. 2021. Disponível em: bahianoticias.com.br
  5. Futebol Nacional — "Leônico FC/BA [BRA]". Atualizado em 12/06/2020. Disponível em: futebolnacional.com.br
  6. História do Futebol — "Novo escudo do Leônico-BA". 20 jul. 2014. Por Gerson Rodrigues. Disponível em: historiadofutebol.com
  7. Arquivos de Futebol do Brasil — "Associação Desportiva Leônico (Salvador – BA) – 1981". Disponível em: arquivosfutebolbrasil.com.br
  8. Federação Bahiana de Futebol (FBF) — Registros oficiais. Disponível em: fbf.org.br
  9. Livro "Leônico 50 anos" — Guiovaldo Veiga (1990). Fonte primária sobre a história do clube.
  10. O Gol — "Associação Desportiva Leônico :: Estatísticas". Disponível em: ogol.com.br

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Verbete elaborado com base nos registros da Wikipédia (PT/EN), Museu do Futebol, Bahia Notícias, Futebol Nacional, História do Futebol e demais fontes.

"O Moleque Travesso vive na memória do futebol baiano." 🍷⚪

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