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segunda-feira, 4 de maio de 2026

CATUENSE FUTEBOL S/A

PARTE 1/6 · Catuense · A Laranja Mecânica da Bahia · Catu/BA

CATUENSE FUTEBOL S/A

🟡🔴⚫ Amarelo, Vermelho e Preto · A Laranja Mecânica da Bahia · Catu · Bahia

PARTE 1 DE 6 · APRESENTAÇÃO E FUNDAÇÃO
Escudo do Catuense Futebol S/A
Acervo oficial · Escudo da Catuense
Amarelo
Vermelho
Preto
Bandeira simulada do clube

Ficha Técnica

Nome OficialCatuense Futebol S/A
Nome AnteriorAssociação Desportiva Catuense (1974–2001)
ApelidosCatuca · Bemtevi · Laranja Mecânica
MascoteBem-te-vi
Fundação1 de janeiro de 1974 (52 anos) Tradicional Licenciado
EstádioAntônio Pena (Penão) — 8.000 pessoas
CidadeCatu – BA (78 km de Salvador)
Sede AdministrativaAlagoinhas – BA
Cores OficiaisAmarelo, Vermelho e Preto
PresidenteRoberto Pena / Cida Pena
Principal RivalAtlético de Alagoinhas (Clássico da Laranja)
Maiores ConquistasTaça Estado da Bahia 2001 · Taça Cidade de Salvador 1987 · 4× Vice-Campeã Baiana · Série A 1984

Fundação: Da Empresa de Transporte ao Futebol

O Catuense Futebol S/A, carinhosamente conhecido como "Catuca", foi fundado em 1 de janeiro de 1974 na cidade de Catu, interior da Bahia, a 78 quilômetros de Salvador. O clube nasceu como Associação Desportiva Catuense por iniciativa de um grupo de empresários e funcionários da Catuense Transportes Rodoviários, liderados por Antônio Pena, ex-prefeito do município.[reference:0][reference:1]

Antes de se tornar Catuense, o embrião do clube chegou a ser chamado de Catu Atlético Clube. O time começou disputando torneios amadores na cidade de Alagoinhas, onde a ideia do clube foi concebida.[reference:2]Os fundadores foram Antônio Pena, Dagmar Gomes da Silva, Raimundo Stélio, Gerson Santos, José Joaquim, Edmilton Galisa, José Luiz, Ademir Brito, Jucundino Freire e Eliseu Costa.

As cores oficiais do clube são o amarelo, o vermelho e o preto, em homenagem à cidade de Catu. Conforme registram a Wikipédia, o Museu do Futebol e demais fontes, as cores são "amarelo, vermelho e preto" ou "amarela, preta e vermelha".[reference:3][reference:4]O amarelo predomina no uniforme principal, conferindo ao clube o apelido de "Laranja Mecânica" — uma referência tanto à cor da camisa (que remete ao uniforme laranja da seleção holandesa dos anos 1970) quanto ao futebol envolvente praticado pela equipe nos anos 1980 e 1990.[reference:5]

O mascote do clube é o Bem-te-vi, ave típica da fauna brasileira, e o apelido "Bemtevi" também é usado como alcunha da agremiação. Em 2001, o clube mudou de nome para Catuense Futebol S/A, adotando o formato de sociedade anônima — um dos primeiros clubes brasileiros a tomar essa decisão empresarial, décadas antes da popularização das SAFs.[reference:6][reference:7]

O estádio do clube é o Antônio Pena, popularmente conhecido como "Penão", com capacidade para 8.000 espectadores, localizado em Catu.[reference:8]Inaugurado em 1996, o Penão foi palco de jogos históricos, incluindo a partida contra o Atlético Mineiro pela Copa do Brasil de 2004.[reference:9]

O principal rival da Catuense é o Atlético de Alagoinhas, com quem protagoniza o "Clássico da Laranja" — nome que remete à cor predominante no uniforme da Catuca.[reference:10]A Catuense também mantém rivalidade histórica com outros clubes do interior baiano, como Bahia de Feira e Fluminense de Feira.

Atualmente, a Catuense encontra-se licenciada das competições profissionais. O clube está fora dos gramados desde 2016, quando disputou a Segunda Divisão do Campeonato Baiano, após ter sido rebaixado no ano anterior.[reference:11]Em 2021, o presidente Roberto Pena reuniu-se com a Federação Bahiana de Futebol manifestando o interesse de retornar às competições, com foco inicial nas categorias de base.[reference:12]Mais recentemente, em agosto de 2025, a presidente Cida Pena esteve na sede da FBF em visita de cortesia, sinalizando a manutenção dos laços entre o clube e a entidade.[reference:13]

🟡 CONTINUA NA PARTE 2 DE 6 · A ERA DE OURO E OS VICE-CAMPEONATOS BAIANOS 🔴⚫
PARTE 2/6 · Catuense · Era de Ouro e Vice-Campeonatos

CATUENSE FUTEBOL S/A

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PARTE 2 DE 6 · ERA DE OURO E VICE-CAMPEONATOS

Os Quatro Vice-Campeonatos Baianos

A Catuense jamais conquistou o título do Campeonato Baiano, mas chegou muito perto em quatro ocasiões. O clube foi vice-campeão estadual em 1983 (derrotado pelo Bahia), 1987 e em outras duas oportunidades que marcaram a era de ouro do clube — nos anos 1980 e 1990, quando a Catuca se consolidou como uma das principais forças do interior baiano e rivalizava de igual para igual com os gigantes da capital. O vice da Segunda Divisão veio em 2013, quando perdeu a final para o Galícia.[reference:14][reference:15]

Mesmo sem o título máximo do futebol estadual, a Catuense construiu uma galeria de conquistas que incluem a Taça Estado da Bahia de 2001 — seu primeiro e único título profissional — vencida sobre o Vitória em decisão de ida e volta.[reference:16]A Taça Cidade de Salvador de 1987 e os Campeonatos do Interior de 1981 e 2004 completam o quadro de honrarias.[reference:17]O clube também foi campeão do 1º turno do Campeonato Baiano de 1987.[reference:18]

"A Catuense foi um grande clube baiano em anos anteriores, porém, mesmo assim, venceu apenas um título desde sua fundação. Apesar disso, chegou à final do Campeonato Baiano em quatro oportunidades, sem nunca ter vencido nenhuma." — Wikipédia, verbete da Catuense Futebol S/A.

Participações Nacionais de Destaque

A Catuense acumulou 19 participações em campeonatos nacionais ao longo de sua história.[reference:19]O ponto alto foi a participação na Série A do Campeonato Brasileiro de 1984, quando o clube terminou na última colocação de seu grupo — mas a simples presença na elite do futebol brasileiro permanece como o maior feito nacional do clube de Catu.[reference:20]

Na Série B, a Catuca competiu em oito edições (1982, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990 e outras), chegando às semifinais em 1989 e 1990.[reference:21] Na Série C, foram nove participações, com destaque para a campanha de 1994, quando o clube alcançou as semifinais da competição.[reference:22] A melhor colocação em ambas as divisões foi um 4º lugar.[reference:23]

A única participação da Catuense na Copa do Brasil ocorreu em 2004. O confronto foi contra o Atlético Mineiro, na primeira fase. No jogo de ida, vitória histórica por 4 a 2. Na volta, porém, o time foi goleado por 5 a 1 e eliminado.[reference:24] Aquele jogo de ida, disputado no Penão, permanece como um dos momentos mais emblemáticos da história do clube.

🇧🇷 PARTICIPAÇÕES NACIONAIS DA CATUENSE

Série A (1): 1984

Série B (7–8): 1982, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990 — semifinalista em 1989 e 1990

Série C (7–9): 1992, 1993, 1994 (semifinalista), 1995, 1996 e outras

Copa do Brasil (1): 2004 — vitória por 4×2 sobre o Atlético Mineiro no jogo de ida

🟡 CONTINUA NA PARTE 3 DE 6 · SALA DE TROFÉUS E IDENTIDADE VISUAL 🔴⚫
PARTE 3/6 · Catuense · Sala de Troféus e Identidade Visual

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PARTE 3 DE 6 · SALA DE TROFÉUS E IDENTIDADE VISUAL

🏆 SALA DE TROFÉUS · CONQUISTAS E MARCOS

🏅 CAMPEONATO BAIANO
🥈 Vice-Campeã Baiana (4×): 1983, 1987 e outras duas finais
🥇 Campeã do 1º Turno do Baiano: 1987
🥈 Vice-Campeã da Série B Baiana: 2013 (final contra o Galícia)
🏆 TÍTULOS OFICIAIS
🥇 Taça Estado da Bahia (2001) — Vitória sobre o Vitória na decisão
🥇 Taça Cidade de Salvador (1987)
🥇 Campeã do Interior (1981 e 2004) — Dois títulos
🥇 Campeã Amadora (década de 1970) — Torneios em Alagoinhas
🇧🇷 PARTICIPAÇÕES NACIONAIS
Série A (1): 1984
Série B (8): Semifinalista em 1989 e 1990 (4º lugar)
Série C (9): Semifinalista em 1994 (4º lugar)
Copa do Brasil (1): 2004 — 4×2 sobre o Atlético Mineiro no Penão
🛡️ SÍMBOLOS
🛡️ Escudo oficial: Amarelo, vermelho e preto
🐦 Mascote: Bem-te-vi
🟡🔴⚫ Cores: Amarelo, vermelho e preto

As Cores Amarelo, Vermelho e Preto e o Uniforme

O Catuense Futebol S/A adota as cores amarelo, vermelho e preto, em homenagem à cidade de Catu.[reference:25] Conforme registram a Wikipédia, o Museu do Futebol ("Suas cores são a amarela, preta e vermelha"), o Gremiopedia e todas as demais fontes consultadas, o amarelo predomina no uniforme principal, acompanhado pelo vermelho e pelo preto nos detalhes.[reference:26][reference:27] O uniforme titular tradicionalmente é amarelo com detalhes vermelhos e pretos, calção preto ou vermelho e meiões amarelos. O apelido "Laranja Mecânica" — em referência à seleção holandesa de 1974 — remete à cor vibrante do uniforme e ao futebol ofensivo praticado pelo clube em sua era de ouro.[reference:28] O uniforme também gerou o apelido "Bemtevi", em referência ao mascote do clube.

Amarelo
Vermelho
Preto
Bandeira simulada do clube

O Escudo e o Mascote Bem-te-vi

O escudo da Catuense exibe as cores amarelo, vermelho e preto, com a identidade visual do clube. O mascote oficial é o Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus), ave típica da fauna brasileira conhecida por seu canto característico e sua plumagem amarela e preta — cores que dialogam perfeitamente com a identidade visual do clube.[reference:29] Os apelidos da agremiação incluem "Catuca", "Bemtevi" e "Laranja Mecânica", sendo o primeiro o mais popular entre os torcedores.

🟡 CONTINUA NA PARTE 4 DE 6 · A FÁBRICA DE CRAQUES E ÍDOLOS ETERNOS 🔴⚫
PARTE 4/6 · Catuense · Fábrica de Craques e Ídolos

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PARTE 4 DE 6 · FÁBRICA DE CRAQUES E ÍDOLOS

A Fábrica de Craques da Catuca

Talvez o maior legado da Catuense não sejam os títulos, mas sim os jogadores que revelou para o futebol brasileiro. A Catuca foi celeiro de talentos que brilharam no Bahia e em outros grandes clubes do Brasil. O clube se notabilizou por sua excelente categoria de base, que produziu craques incontestáveis.

"A Catuense também foi responsável por revelar grandes jogadores brasileiros como Vandick, que teve destaque nacional no início dos anos 2000 jogando pelo Paysandu, e Bobô, considerado o maior jogador da história do Bahia, que venceu o Campeonato Brasileiro de 1988." — Wikipédia.

Bobô

Maior Ídolo do Bahia
Revelado pela Catuense (1981–1985). Campeão Brasileiro de 1988 pelo Bahia. Considerado o maior jogador da história tricolor.

Vandick

Matador Grená
Revelado pela Catuense nos anos 1980. Brilhou no Bahia e no Paysandu, onde teve destaque nacional no início dos anos 2000.

Zanata

🎯 Cruzamentos Perfeitos
Revelado pela Catuca. Destacou-se no Bahia como exímio cobrador de faltas e escanteios ao lado de Bobô. Ídolo tricolor.

Naldinho

Revelação dos Anos 80
Formado na base da Catuense. Passou pelo Bahia e construiu carreira sólida no futebol baiano.

Luiz Henrique

Craque da Base
Mais um talento forjado na fábrica de craques da Catuense. Teve passagem destacada pelo Bahia.

Antônio Pena

🏟️ Fundador
Ex-prefeito de Catu, fundou o clube em 1974 e deu nome ao estádio Penão. Patriarca da família que dirige o clube.

O Fenômeno Nacional

O talento revelado pela Catuense foi tão impressionante que, em 1985, a Catuca foi tema de uma reportagem especial do programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, apresentada por Fernando Vanucci. A matéria destacava o "fenômeno" do pequeno clube do interior baiano que revelava tantos craques para o futebol brasileiro.[reference:30] Naquela década, o time encantou o estado com seu futebol ofensivo e sua capacidade de formar jogadores, ganhando definitivamente o apelido de "Laranja Mecânica".

🟡 CONTINUA NA PARTE 5 DE 6 · O CLÁSSICO DA LARANJA E A COMUNIDADE 🔴⚫
PARTE 5/6 · Catuense · Clássico da Laranja e Comunidade

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PARTE 5 DE 6 · CLÁSSICO DA LARANJA E COMUNIDADE

O Clássico da Laranja

O principal rival da Catuense é o Atlético de Alagoinhas, com quem protagoniza o "Clássico da Laranja".[reference:31] O nome do confronto remete à cor predominante no uniforme da Catuca — o amarelo/laranja — e ao fato de ambos os clubes dividirem a mesma região geográfica (Catu e Alagoinhas são cidades vizinhas, separadas por apenas 20 quilômetros). O clássico mobilizava as duas cidades e era um dos mais disputados do interior baiano. A Catuense também mantém rivalidade histórica com clubes como Bahia de Feira e Fluminense de Feira.

O Estádio: Antônio Pena — O "Penão"

🏟️ ESTÁDIO MUNICIPAL ANTÔNIO PENA — "PENÃO"

O Catuense manda seus jogos no Estádio Municipal Antônio Pena, carinhosamente apelidado de "Penão", com capacidade para 8.000 espectadores, localizado em Catu/BA.

O estádio recebeu o nome de Antônio Pena, fundador do clube e ex-prefeito de Catu. Inaugurado em 1996, o Penão foi palco de momentos históricos da Catuca, incluindo o amistoso inaugural contra um time uruguaio e a vitória por 4×2 sobre o Atlético Mineiro pela Copa do Brasil de 2004. O clube também utilizou o Estádio Antônio de Figueiredo Carneiro (Carneirão), em Alagoinhas, para partidas de maior porte.[reference:32]

Catu e Alagoinhas

Embora o clube tenha o nome e as cores em homenagem à cidade de Catu, sua sede administrativa está localizada em Alagoinhas, município vizinho que também abriga o Atlético de Alagoinhas. Catu está a 78 quilômetros de Salvador e tem aproximadamente 55 mil habitantes, enquanto Alagoinhas possui cerca de 150 mil habitantes. Foi em Alagoinhas que o clube começou suas atividades, disputando os primeiros torneios amadores antes de se profissionalizar.[reference:33]

O nome "Catuense": O nome do clube deriva de Catu, cidade onde foi fundado, e originalmente era Associação Desportiva Catuense. Em 2001, mudou para Catuense Futebol S/A. O nome "Catu" significa "bonito" ou "bom" em tupi-guarani.

🟡 CONTINUA NA PARTE 6 DE 6 · DECLÍNIO, LEGADO E BIBLIOGRAFIA 🔴⚫
PARTE 6/6 · Catuense · Legado e Bibliografia

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PARTE 6 DE 6 · DECLÍNIO, LEGADO E BIBLIOGRAFIA

Declínio e Licenciamento

Após décadas de protagonismo no futebol baiano e brasileiro, a Catuense enfrentou um progressivo declínio a partir dos anos 2000. Em 2015, o clube foi rebaixado da Primeira Divisão do Campeonato Baiano. No ano seguinte, 2016, disputou a Segunda Divisão estadual, mas desde então está afastado das competições profissionais. A Catuca está sem disputar partidas oficiais há quase uma década.

Em 2021, o presidente Roberto Pena reuniu-se com a Federação Bahiana de Futebol manifestando o interesse de retornar às atividades, com foco inicial nas categorias de base. O projeto de retomada, no entanto, ainda não se concretizou. Em agosto de 2025, a presidente Cida Pena esteve na sede da FBF em visita de cortesia, mantendo os laços entre o clube e a entidade.

Atualmente, a Catuense foca nas divisões de base e não disputa nenhum torneio profissional, conforme registra a Wikipédia.[reference:34] O clube permanece como um dos mais tradicionais do interior baiano e trabalha para um eventual retorno aos gramados.

Legado: A Laranja Mecânica que Marcou Época

O Catuense Futebol S/A ocupa um lugar de destaque na história do futebol baiano. Fundado em 1974, o clube construiu, em apenas duas décadas, uma trajetória impressionante: quatro vice-campeonatos baianos, participação na Série A do Brasileiro (1984), oito participações na Série B (chegando às semifinais), nove na Série C e uma memorável vitória por 4×2 sobre o Atlético Mineiro pela Copa do Brasil de 2004.

Mas o maior legado da Catuca é, sem dúvida, a fabrica de craques que revelou. Bobô — campeão brasileiro de 1988 e maior ídolo da história do Bahia — é o nome mais emblemático entre os talentos formados no clube. Ao seu lado, Vandick, Zanata, Naldinho e Luiz Henrique completam uma galeria de craques que fizeram história no futebol baiano e brasileiro.

O apelido "Laranja Mecânica", o mascote Bem-te-vi, o estádio Penão e as cores amarelo, vermelho e preto são símbolos de uma era em que o pequeno clube de Catu desafiou os gigantes e se tornou um dos maiores do interior da Bahia. Mesmo licenciado, o legado da Catuense permanece vivo — nos gramados por onde passaram seus craques e na memória dos torcedores que vibraram com a Laranja Mecânica.

📊 DADOS GERAIS DO CLUBE

Nome completo: Catuense Futebol S/A

Nome anterior: Associação Desportiva Catuense (1974–2001)

Fundação: 1 de janeiro de 1974

Cidade: Catu – Bahia (78 km de Salvador)

Sede Administrativa: Alagoinhas – BA

Cores: Amarelo, Vermelho e Preto

Apelidos: Catuca · Bemtevi · Laranja Mecânica

Mascote: Bem-te-vi

Status: Licenciado (fora das competições desde 2016)

Estádio: Antônio Pena (Penão) — 8.000 pessoas

Presidente: Roberto Pena / Cida Pena

Títulos: Taça Estado da Bahia (2001) · Taça Cidade de Salvador (1987) · Campeã do Interior (1981, 2004)

Vice-Campeonatos: Baiano (4×) · Série B Baiana (2013)

Participações Nacionais: Série A (1984) · Série B (8×, semifinalista) · Série C (9×, semifinalista) · Copa do Brasil (2004)

Principal Rival: Atlético de Alagoinhas (Clássico da Laranja)

Ídolos Revelados: Bobô, Vandick, Zanata, Naldinho, Luiz Henrique

Site oficial: Instagram @catuensefutebol

Bibliografia e Referências

  1. Wikipédia (Português) — "Catuense Futebol S/A". Disponível em: pt.wikipedia.org
  2. Wikipédia (Inglês) — "Catuense Futebol". Disponível em: en.wikipedia.org
  3. Museu do Futebol — "Catuense - Catuense Futebol S/A". Cores: amarela, preta e vermelha. Disponível em: museudofutebol.org.br
  4. Federação Bahiana de Futebol (FBF) — "Catuense completa 50 anos de fundação". 1 jan. 2024. Disponível em: fbf.org.br
  5. FBF — "Presidente da Catuense presenteia Ricardo Lima com camisa do clube". 20 ago. 2025. Disponível em: fbf.org.br
  6. Bahia Notícias — "Catuense trabalha para retornar às atividades no futebol baiano". 19 ago. 2021. Disponível em: bahianoticias.com.br
  7. Gremiopedia — "Catuense Futebol S/A". Disponível em: gremiopedia.com
  8. Futebol 365 — "Catuense Futebol S/A". Cores: amarelo, vermelho e preto.
  9. O Gol — "Catuense - Brasil - Jogos, Classificações, Plantel e Estatísticas". Disponível em: ogol.com.br
  10. RSSSF Brasil — "Campeonato Baiano – Lista de Campeões". Disponível em: rsssfbrasil.com

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Verbete elaborado com base nos registros da Wikipédia (PT/EN), Museu do Futebol, FBF, Bahia Notícias, Gremiopedia, O Gol e RSSSF Brasil.

"A Laranja Mecânica da Bahia vive na memória do futebol brasileiro." 🟡🔴⚫

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